sábado, 16 de abril de 2016

23 dicas para seu filho se dar bem na escola


Quanto mais os pais participam da vida escolar, mais os filhos aprendem.

O papel dos pais é fundamental no desenvolvimento dos filhos.


apoio dos pais e a manutenção de um bom ambiente familiar como extensão da escola são fatores indispensáveis para o desenvolvimento educacional dos filhos. A família pode colaborar de várias maneiras: participando das reuniões da escola e verificando o caderno do estudante diariamente; conversando sobre o cotidiano da escola - o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas - e impedindo que o filho falte às aulas.
Veja a seguir como colaborar para que o seu filho se dê bem na escola a partir de dicas simples e práticas, baseadas em pesquisas e na experiência dos melhores profissionais da área no Brasil e no mundo.

1.       Ajude na melhoria do rendimento escolar
Pesquisas mostram que quando os pais acompanham e se envolvem com os estudos dos filhos, as notas dos estudantes aumentam significativamente.

2.       Pergunte o que ele aprendeu
É muito importante perguntar o que ele aprendeu nas aulas e mostrar que você está interessado na vida escolar do seu filho. Se puder, peça que ele lhe ensine algo novo –
isso vai ajudá-lo a fixar o conteúdo.

3.       Não o deixe faltar às aulas
Assistir às aulas todos os dias, do começo ao fim, é importante para entender as matérias e não perder o fio da meada. Não o deixe faltar sem necessidade! Nem mesmo chegar atrasado.

4.       Estimule-o a estudar
Filhos estimulados pelos pais a fazer os deveres têm um desempenho melhor. Atenção: estimular não é fazer a lição por ele, mas ajudá-lo a descobrir as respostas por conta própria.

5.       Combine um horário de estudo
Combine um horário para os estudos e separe um lugar da casa para isso. Se usar a mesa de refeições, por exemplo, tire o que puder atrapalhar. Ah, não se esqueça de desligar a TV, para que ele se concentre nos deveres.

6.       Mostre que estudar pode ser exigir esforço mas é um prazer
Estudar é a única obrigação do seu filho, certo? Mas, e se, além disso, fosse um prazer? Não seria melhor? Compartilhe esse momento. Acompanhe-o, ajude-o a chegar às conclusões sozinho e mostre interesse, mesmo se não souber a resposta certa.

7.       Seja paciente
Errar, já diz o ditado, é humano. E faz parte da aprendizagem. Se você tiver certeza de que o seu filho está errando, peça para ele ler novamente as respostas dos exercícios em que tem dificuldade. Nunca, nunca, o chame de burro, de lento, de lerdinho. Cada pessoa tem um tempo para aprender - respeite isso.

8.       Confira os cadernos
Olhe os cadernos e as apostilas dele e mostre interesse pelos trabalhos. Ao perceber que ele se dedicou, dê valor. Afinal, este é o trabalho dele nesta fase da vida.

9.       Pergunte nas reuniões
Nas reuniões de pais e mestres, pergunte qual conteúdo será desenvolvido em cada matéria e incentive a aprendizagem em casa.

10.   Converse sobre as notas
Se ele estiver com nota baixa, converse com o professor e veja como pode ajudar. Quanto antes ele começar o reforço escolar, melhor.

11.   Garanta o acesso aos livros
Pesquisas mostram que quanto antes as crianças tiverem acesso aos livros, melhor será o desempenho delas na escola, pois a leitura é base para todas as matérias. Atenção: não obrigue seu filho a ler. Estimule-o. A leitura tem de ser um momento de lazer e de prazer.

12.   Leia sempre
Leia sempre - é bom para você e excelente para o seu filho, que seguirá o seu exemplo naturalmente. Converse com ele sobre o livro, a revista ou o jornal que estiver lendo. Deixe seus livros ao alcance das mãos dele. Livro é para ser lido, não é para enfeitar prateleira.

13.   Abuse das bibliotecas/ livrarias
Faça uma ficha para o seu filho na biblioteca mais próxima da sua casa. Aproveite e se possível folheie livros na livraria.

14.   Passe tempo de qualidade com o seu filho
Muitas brincadeiras são verdadeiros estímulos. Principalmente aquelas que incentivam a leitura, a escrita ou os cálculos. Exemplos de brincadeiras legais: forca, caça-palavras, palavras cruzadas.

15.   Seja coerente
Seja coerente: suas atitudes refletem o que você pensa. Mostre que estudar é importante e ler, divertido. Estude e leia na frente do seu filho.

16.   Use dicionário
É importante buscar o significado correto das palavras para aumentar o vocabulário e a capacidade de expressão. Também é bom saber usar a grafia correta. Incentive o seu filho a não usar abreviações no computador.

17.   Escreva sempre
Escreva sempre que puder - bilhetes, cartas, e-mails, listas de compras... Pais que utilizam a escrita em casa ajudam na escrita dos filhos. Além disso, quem escreve melhor fala melhor!

18.   Acompanhe a qualidade da escola
Acompanhe a qualidade da Educação da escola de seu filho.

19.   Conheça os professores
É importante conhecer os professores do seu filho e se familiarizar com o ambiente que ele frequenta todos os dias.

20.   Valorize o professor
Apoie o trabalho dos professores e mostre que você admira a profissão. Afinal, eles serão os grandes responsáveis pela Educação de seu filho. Pergunte a eles o que será ensinado e como você pode ajudar.

21.   Converse com o professor
Converse com o professor do seu filho sempre que possível. Se não concordar com a opinião do professor, fale com ele a sós, ou com a coordenação e nunca na frente do seu filho. Ensine, sempre, o seu filho a ouvir o professor e respeitá-lo.

22.   Engaje-se na escola
Exerça a cumplicidade, não tenha vergonha de apresentar o seu ponto de vista à diretoria e aos professores da escola. Critique, elogie, faça sugestões sempre.

23.   Vá às reuniões escolares
É nas reuniões que você conhece a escola a fundo, acompanha o aprendizado, esclarece dúvidas gerais, vê seu filho sob outros pontos de vista.


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Fica comigo?

Ninguém conseguirá nos entregar o que mais queremos em qualquer relacionamento: um colo eterno

O primeiro namoro passa, o primeiro trabalho, o terceiro apartamento alugado, a quinta decepção. Incontáveis pessoas passam. Até nós passamos: minha identidade de adolescente não chega a conhecer a identidade de avô. Diante de tanta impermanência, buscamos por refúgio. O que será que não passa? Ao valorizar a família e o casamento eterno, na verdade o que desejamos são seres que fiquem. Porque somos inábeis em cultivar relações duradouras, apostamos na conexão sanguínea, que nos obriga à continuidade. Funciona como uma garantia: você é meu irmão, não há como me largar. “Você entrou para a família” é sinônimo de “Agora posso contar contigo”. É muito mais raro nos posicionarmos de modo elevado para que isso surja com mais gente, então trocamos a grande família da humanidade por uma família que cabe em um churrasco. Isso explica a quantidade de relações nas quais ambos se agridem, mas nunca cogitam a separação — o outro só me atrapalha, mas ele volta pra casa há mais de dez anos… onde vou achar outra pessoa permanente assim? Não apenas nos primeiros beijos, desde a primeira mamada até a última exalação na hora da morte, repetimos o pedido “Fica comigo?”. Antes de uma pessoa querer ficar com você, ela quer ser feliz. Ninguém vai conseguir nos entregar o que estamos pedindo. Nós também não parecemos capazes de realmente estar lá pelo outro. Mal estamos lá por nós mesmos! Na romântica melodia I’ll Be There for You (Eu Estarei Lá por Você, em tradução livre), atente para a conjugação do verbo no futuro: nossa presença é promessa. Por mais que tenhamos bons amigos e familiares, eles não têm como parar tudo e olhar com calma para a nossa vida. É triste observar como uma pessoa pode sofrer e se enganar por décadas, sem que ninguém ao redor perceba. Estamos irremediavelmente sozinhos. Se ignoramos a realidade da solidão, nos apegamos e tentamos prender o outro. Por outro lado, não podemos evitar: estamos conectados. Se ignoramos a realidade da conexão, nos deprimimos e evitamos os outros. O fato de estarmos conectados coexiste com o fato de estarmos sozinhos, um não  reduz o outro. Quando nos comunicamos com a solidão do outro, estamos reconhecendo sua liberdade de ir embora a qualquer momento. O amor aumenta com a solidão. A má notícia é que seremos miseráveis enquanto teimarmos em exigir colo dos outros. A boa notícia é que seremos felizes na exata medida em que abandonarmos a esperança do colo prometido. É como se fizéssemos o voto de ficar para sempre não com alguns, mas com todos os seres – não abandonar, não desistir, beneficiar de mil maneiras. Como você se relacionaria se nunca mais fosse se separar? O segredo da nossa estabilidade é não mais precisar de colo. Claro, podemos dar e receber colo, mas o verdadeiro presente que oferecemos é aquele que o outro já tem: a mesma felicidade que descobrimos, essa de ser como o céu, sempre disponível, ou como a terra, imperturbável, apoiando tudo e todos sem distinção.
GUSTAVO GITTI é professor de TaKeTiNa (florescimento humano pelo ritmo). Seu site é gustavogitti.com

quarta-feira, 2 de março de 2016

3 passos para fixar na memória tudo que você estuda


Uma das principais dificuldades do estudante é conseguir se lembrar de tudo que aprendeu. Você até se lembra que foi para a aula, abriu o livro e começou a leitura… Mas, e do conteúdo? Zero? Isso tem uma explicação. Alberto Dell’Isola, conhecido como “o homem-memória brasileiro”, conta no livro “Supermemória – Você também pode ter uma” que esse esquecimento é algo normal do cérebro, mas que existem maneiras de burlar o branco.
A curva do esquecimento
Dell’Isola explica que muitos estudantes o procuram preocupados com a qualidade de leitura que fazem, alegando que ela é “tão ineficiente”, que após alguns dias não se lembram mais do que leram. Para o especialista, isso não tem nada a ver com o processo da leitura em si, mas sim com uma coisa chamada “curva do esquecimento”.
Descoberta em 1885 pelo filósofo alemão Hermann Ebbinghaus, a curva mostra o quanto de informações nosso cérebro é capaz de reter com o passar do tempo, após uma sessão de estudos com uma hora de duração.
curva-esquecimento
Ela se inicia no zero, porque começa a contar um pouco antes do momento em que o estudante inicia a sua sessão de estudo. Ao final da leitura do conteúdo, a curva atinge o ponto máximo, o que significa que ele se lembra de 100% do assunto ensinado (ou, como diz Dell’Isola, “ao menos saberá o máximo que ele tem condições de aprender, dado o conhecimento prévio sobre o assunto”).
Percebam que a curva vai caindo com o passar dos dias. Logo no segundo dia depois do fim dos estudos, caso não tenha feito nenhuma revisão, o estudante provavelmente se lembrará de pouca coisa, por volta de 50% do que aprendeu. Segundo o especialista, as pessoas se esquecem mais nas primeiras horas do que ao longo de 30 dias. Ao final do primeiro mês, restará apenas uma vaga lembrança e a impressão que ficará é a de que você nunca estudou aquele conteúdo, porque nosso cérebro está acostumado a descartar informações que não são reutilizadas com frequência.
Para mudar isso, Dell’Isola recomenda três passos:
1) Nas primeiras 24 horas após a sessão de estudo, para cada leitura de uma hora, faça uma revisão de dez minutos. Ela deve ser feita nesse período de tempo, porque é o momento em que mais perdemos informações e isso será suficiente para “segurar” a sua memória. Para ajudar no processo você pode usar fichas-resumo, reler as informações anotadas no caderno ou gravar trechos da aula para ouvi-los depois.
2) No sétimo dia após a sessão de estudo (ou seja, uma semana depois) dedique apenas cinco minutos para reativar na memória esse material.
3) Ao final de 30 dias, pratique o conteúdo durante 2 a 4 minutos e isso deverá ser suficiente para ajudá-lo a se lembrar novamente do que estudou.
Essa técnica é útil para pessoas que estudam grandes volumes de informações, como concurseiros e vestibulandos. Você pode colocá-la em prática durante algumas semanas ou meses para ver se ela funciona no seu caso. Muitas vezes os estudantes não têm tempo para agendar revisões em seus cronogramas, mas essa aqui vale a pena tentar! São pouco minutos (você só precisa revisar no máximo durante 10 minutos uma sessão de uma hora) e se você revisa não precisa passar mais outra hora reaprendendo o conteúdo antes das provas.
Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/dicas-estudo/2015/04/29/3-passos-para-fixar-na-memoria-tudo-que-voce-estuda/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O uso do biofeedback como recurso terapêutico


O biofeedback, como uma ferramenta complementar-integrativa, pode ser usado em diversas situações como um recurso terapêutico, quer seja antes, durante, ou depois da consulta.
Ele pode ser utilizado tanto na anamnese e na entrevista inicial, como para a avaliação quantitativa do estado emocional do paciente após o tratamento; bem como, pode ser útil depois do tratamento.

O biofeedback pode ser empregado de forma complementar e integrativa em Terapia Cognitivo Comportamental, Terapia do Campo de Pensamento, Experiência Somática, EMDR, Brainspotting, Hipnose entre outros tantos casos. Ele pode ampliar os estados psicofisiológicos, tornar visível o invisível.
São inúmeros os relatos de pacientes que mostram a utilidade do biofeedback.
Muito interesse tem sido demonstrado por profissionais da saúde no uso de aparelhos de biofeedback, que ajudam a pessoa a encontrar qual é seu estado de coerência cardíaca e, assim, a obter resultados muito promissores.
O estado de coerência cardíaca ajuda a promover a homeostasia de forma natural, dando oportunidade à liberação da inteligência do corpo para estabelecer a autorregulação. No estado de coerência cardíaca, há reflexos positivos na fisiologia do sujeito com reequilíbrio do sistema nervoso autônomo.
Esse reequilíbrio permite o que o corpo busque sua homeostasia. Como consequência, observa-se aumento da saturação de oxigênio no sangue e, com isso, uma melhor oxigenação do cérebro e do córtex pré-frontal; ele propicia treino barorreflexo, com redução da hipertensão; redução da tensão, através de relaxamento muscular, e redução de dores crônicas; redução da frequência cardíaca; redução do excesso de cortisol, pela atuação no eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal), com consequente aumento do hormônio da juventude (DHEA); isso tudo melhora o funcionamento do sistema cardiovascular.


Com o equilíbrio do sistema nervoso autônomo, há atuação de forma natural no sistema límbico (sistema emocional) e, com isso, há redução da hiper-reatividade da amígdala do hipocampo. Assim, ocorre redução do estresse, ansiedade e depressão; também há redução da insônia, hiperatividade, e da falta de atenção. Ocorrem ainda, clareza de raciocínio, aumento da resiliência, maior socialização, formação de espírito de equipe, e melhora da autoconfiança.

Pesquisas realizadas nos Estados Unidos e em Cingapura, por Steven M. Morris, concluem que, quando um conjunto de pessoas treinado em alcançar a coerência cardíaca o faz, terceiras pessoas, não treinadas, têm aumento de 50% no estado de coerência.


Os autores buscam assim demonstrar que os benefícios obtidos pelo treinamento em coerência podem se estender a outras pessoas. Isso pode explicar que, quando o ambiente é positivo, com pessoas comungando do mesmo estado emocional, há formação de um campo de harmonia. Steven M. Morris, sugere a formação de um campo de energia coerente e demonstra a possibilidade de comunhão desse estado entre pessoas, por meio de biocomunicação coração-coração.

Texto de Dr. Fernando B. T. Leite, extraído do blog cardioemtion


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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Pare por um momento e faça o teste para identificar qual é sua linguagem do amor.


Num post anterior fiz uma breve explanação das 5 linguagens do amor e do quanto, para mantermos um bom relacionamento com as pessoas é interessante sabermos qual é a linguagem delas. Mas antes de tudo precisamos saber qual é a nossa linguagem do amor. 

Para descobrir qual é a sua linguagem do amor faça o teste abaixo.

1. Gosto de receber palavras de afirmação. A
Gosto de ser abraçado. E
2. Gosto de passar tempo a sós com alguém especial para mim. B
Sinto-me amado quando alguém me oferece ajuda prática. D
3. Gosto quando me dão presentes. C
Gosto de visitas sem pressa com amigos e entes queridos. B
4. Sinto-me amado quando as pessoas fazem coisas para ajudar-me. D
Sinto-me amado quando as pessoas me tocam. E
5. Sinto-me amado quando alguém que amo ou admiro me rodeia com o braço. E
Sinto-me amado quando recebo um presente de alguém que amo e admiro. C
6. Gosto de sair com amigos e entes queridos. B
Gosto de bater palma com palma ou ficar de mãos dadas com pessoas especiais para mim. E
7. Símbolos visíveis de amor (presentes) são importantes para mim. C
Sinto-me amado quando as pessoas me afirmam. A
8. Gosto de sentar perto das pessoas a quem aprecio. B
Gosto de que me digam que sou atraente/bonito. A
9. Gosto de passar tempo com amigos e entes queridos. B
Gosto de receber presentinhos de amigos e entes queridos. C
10. Palavras de aceitação são importantes para mim. A
Sei que alguém me ama quando ele ou ela me ajuda. D
11. Gosto de estar junto e fazer coisas com amigos e entes queridos. B
Gosto quando me dizem palavras bondosas. A
12. O que a pessoa faz me afeta mais que aquilo que ela diz. D
Os abraços me fazem sentir participante e apreciado. E
13. Aprecio o louvor e tento evitar as críticas. A
Vários presentes pequenos significam mais para mim que um grande. C
14. Sinto-me íntimo de alguém quando estamos conversando ou fazendo coisas juntos. B
Sinto-me mais perto dos amigos e entes queridos quando eles me tocam com frequência. E
15. Gosto de que as pessoas elogiem minhas realizações. A
Sei que as pessoas me amam quando fazem coisas para mim que por si mesmas não fariam. D
16. Gosto de ser tocado quando amigos e entes queridos passam perto de mim. E
Gosto quando as pessoas me ouvem e mostram interesse genuíno no que estou dizendo. B
17. Sinto-me amado quando amigos e entes queridos me ajudam em trabalhos e projetos. D
Gosto realmente de receber presentes de amigos e entes queridos. C
18. Gosto que as pessoas elogiem minha aparência. A
Sinto-me amado quando as pessoas tomam tempo para entender meus sentimentos. B
19. Sinto-me seguro quando uma pessoa especial toca em mim. E
Atos de serviço fazem com que me sinta amado. D
20. Aprecio as muitas coisas que pessoas especiais fazem para mim. D
Gosto de receber presentes que pessoas especiais fazem para mim. C
21. Aprecio realmente o sentimento que tenho quando alguém me dá total atenção. B
Aprecio realmente o sentimento que tenho quando alguém me presta algum ato de serviço. D
22. Sinto-me amado quando uma pessoa comemora meu aniversário com um presente. C
Sinto-me amado quando uma pessoa comemora meu aniversário com palavras significativas. A
23. Sei o que a pessoa está pensando de mim quando me dá um presente. C
Sinto-me amado quando a pessoa me ajuda nas tarefas diárias. D
24. Aprecio quando alguém me ouve com paciência e não me interrompe. B
Aprecio quando alguém lembra de dias especiais com um presente. C
25 . Gosto de saber que os entes queridos estão preocupados em ajudar-me nas tarefas diárias. D
Gosto de fazer viagens longas com alguém que é especial para mim. B
26. Gosto de beijar ou ser beijado por pessoas de minha intimidade. E
Receber presentes sem qualquer razão especial me deixa contente. C
27. Gosto que me digam que sou querido. A
Gosto que a pessoa olhe para mim enquanto falamos. B
28. Presentes de um amigo ou ente querido são sempre especiais para mim. C
Sinto-me bem quando um amigo ou ente querido me toca. E
29. Sinto-me amado quando alguém faz com entusiasmo o que pedi. D
Sinto-me amado quando dizem o quanto me apreciam. A
30. Preciso ser tocado todos os dias. E
Preciso de palavras de afirmação todos os dias. A

Some o número de vezes em que marcou cada letra. A que marcou mais vezes é sua linguagem principal de amor:

A Palavra de Afirmação
B Tempo de Qualidade
C Receber Presentes
D Atos de Serviço
E Toque Físico


INTERPRETANDO E USANDO SEUS PONTOS DO PERFIL
Que linguagem de amor recebeu mais pontos? Esta é sua principal linguagem do amor. Se os totais de pontos para duas linguagens do amor forem os mesmos, você é “bilíngue" e tem duas linguagens principais de amor. Se tiver uma linguagem secundária de amor, ou uma cujos pontos estejam próximos da principal, isto significa que ambas as expressões de amor são importantes para você. O ponto mais alto para qualquer linguagem de amor é doze.
Embora você possa ter marcado uma linguagem de amor mais que as outras, tente não desconsiderar essas outras. Seus amigos e entes queridos podem expressar amor desse modo e valerá a pena compreender isto a respeito deles. Assim também, será bom que seus amigos e entes queridos saibam qual é sua linguagem de amor e expressem afeto por você de maneiras que você interprete como amor. Cada vez que você ou eles falam a linguagem um do outro, vocês marcam pontos emocionais um com o outro. É claro que ninguém vai manter uma lista de pontos. O resultado de falar a linguagem de amor de uma pessoa é mais um sentimento de que "esta pessoa me entende e se importa comigo". Com o passar do tempo, este sentimento se multiplica em uma sensação mais forte de conexão.
Assim como identificar e falar a linguagem de amor de um amigo ou ente querido fortalece o relacionamento, não fazer isso pode deixar um amigo ou ente querido com o sentimento de que você não o ama. Quando as pessoas não expressam amor de modo a ser percebido como tal, seus esforços, embora sinceros, são de alguma forma desperdiçados. Isto pode frustrar tanto aquele que dá amor como o suposto receptor. Você pode ter sido inconscientemente culpado de falar uma linguagem de amor "estranha" no passado a alguém que amava. Compreender o conceito das linguagens de amor pode ajudar você a saber como expressar eficazmente seus sentimentos para que sejam recebidos e interpretados como deseja.
Se ainda não tiverem feito isso, encoraje as pessoas especiais em sua vida a fazerem o "Perfil das cinco linguagens do amor". A seguir, discuta suas respectivas linguagens de amor e use este critério para melhorar seus relacionamentos.

(Livro: As cinco linguagens de amor– Gary Chapman)

sábado, 16 de janeiro de 2016

AS CINCO LINGUAGENS DO AMOR


Você já percebeu como as pessoas dão e recebem amor de formas distintas e muitas vezes conflitantes?
Gary Chapman, autor do livro "As 5 Linguagens do Amor" nos ensina sobre esse assunto com casos reais, exemplificando que muitas vezes dominamos uma linguagem e nossos filhos, cônjuge ou amigos "falam" outra. Isso ocorre porque aprendemos uma linguagem desde criança e nesta linguagem que nos expressamos. A boa notícia é que podemos aprender outra linguagem. 
Você já sabe qual a sua linguagem do amor? E a linguagem das pessoas que você ama?



1) PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO
São palavras carinhosas, que demonstram atenção, consideração e cuidado com a pessoa amada. Por exemplo: Elogios verbais: "O jantar estava ótimo!"; Afirmações: "Essa roupa ficou linda em você!"; e Incentivos: "Fique tranquilo(a), vai dar tudo certo". 




2) QUALIDADE DE TEMPO
É quando se dedica um tempo exclusivo, ainda que pequeno, sem interrupções. Conversas de qualidade, um passeio na praça, um café em um lugar diferente ou até mesmo assistir um filme no sofá de casa. Na verdade, não importa muito o que se faz, e sim com quem se faz. 






3) PRESENTES
O que menos importa é o valor financeiro. Você pode colher uma flor, comprar uma pizza, dar uma caixa de bombons etc. Para a pessoa que se sente amada nessa linguagem, estes simples gestos significam: "Ele(a) se lembrou de mim - pensou em mim".
4) GESTOS DE SERVIÇO
Nesta linguagem, o que você faz fala mais alto. Lavar a louça do jantar vale mais do que aquela caixa de bombons finos que você comprou para ele(a); consertar a fechadura é mais importante do que levá-lo(a) ao cinema; levar o lixo para fora é mais relevante do que gravar músicas românticas.



5) TOQUE FÍSICO
O importante é saber quando, como e onde tocar a pessoa. Exemplos: dar beijos em momentos que ele(a) não espera; colocar a mão em seu ombro em uma situação difícil; abraçá-lo(a) de forma aconchegante quando ele(a) sentir medo ou insegurança. 






VOCÊ JÁ ENCHEU SEU BALDINHO HOJE?
Original no livro: “Have you filled a bucket today?” de Carol McCloud, ilustrado por David Messing


Todos os dias, todas as pessoas do mundo carregam um balde invisível.
Ninguém o consegue ver, mas ele está lá...
Você tem um balde; a tua mãe e o teu pai têm um balde; a tua irmã e o teu irmão têm um balde...
Os teus avós, amigos e vizinhos, todos têm um balde. Todas as pessoas têm um balde invisível...
O teu balde existe por uma razão: serve para guardar os bons pensamentos e os bons sentimentos sobre si próprio.
Você se sente bem e feliz quando o teu balde está cheio. Sente-se mal e triste quando o teu balde está vazio.
As outras pessoas também se sentem assim... Estão felizes quando os seus baldes estão cheios e tristes quando eles estão vazios.
É muito bom ter um balde cheio e é assim que funciona... você precisa das outras pessoas para encher o teu balde e elas precisam de você para encher o balde delas. Mas como é que se enchem os baldes?
Você enche um balde quando diz ou faz alguma coisa boa e até quando sorri para os outros. Isso é ser um “enchedor de balde”!
Um “enchedor de balde” é uma pessoa amiga e amorosa, que diz e faz coisas que fazem os outros sentirem-se bem, sentir que são especiais. Quando você faz alguém sentir-se especial, você é um “enchedor de balde”.
Mas também você pode pegar num balde e despejar as coisas boas que lá estão. Faz isso quando diz ou faz coisas más. Isso é ser um “despejador de balde”!
Uma criança que é má para os outros, é um “despejador de balde”. Um “despejador de balde” diz e faz coisas que fazem os outros sentir-se mal.
Muitos “despejadores de balde” têm os seus baldes vazios. Eles pensam que  podem encher se despejarem os baldes dos outros…. mas isso não funciona! Nunca se consegue encher o nosso balde, se andamos a despejar os baldes dos outros…
Por outro lado, sabia que quando enchemos os baldes dos outros, eles também enchem o nosso? Isso acontece porque você se sente bem quando faz os outros sentirem-se bem!
Ao longo do dia, nós estamos sempre a encher e a despejar os baldes uns dos outros, através das coisas que dizemos ou fazemos. Experimenta encher um balde e vê o que acontece!
Você ama os teus pais, não é? Porque não diz isso a eles? Essas palavras vão encher os baldes deles até em cima!
Verá os sorrisos aparecerem nos seus rostos. Terá vontade de sorrir também. Um sorriso é uma boa prova de que encheste o balde de alguém!
Se treinar, você se tornará um grande “enchedor de baldes”. Lembre-se sempre: todos trazem consigo um balde invisível e pensa no que pode fazer para enchê-lo.
Aqui ficam algumas ideias: pode sorrir e dizer olá ao motorista do automóvel. Ele também tem um balde invisível!
Pode convidar as crianças novas da escola para brincarem com você…
Pode oferecer um desenho, ou umas palavras bonitas à tua professora…
Podes dizer ao avô que gosta de passar tempo com ele... Há muitas formas de encher baldes!
É divertido e fácil de fazer… não importa a tua idade, não custa dinheiro, não leva muito tempo. E lembre-se: quando enche os baldes dos outros, enche o teu também!
Se for um “enchedor de baldes” a tua casa, a tua escola e o teu bairro serão lugares melhores para viver! Encher baldes faz toda a gente sentir-se bem…
Por isso, porque não decidir ser um “enchedor de baldes” hoje e todos os dias? É só começar, um dia de cada vez, dizendo para si próprio: - Hoje eu vou fazer qualquer coisa para encher o balde de alguém!
E no final de cada dia, pergunte a si mesmo: -Eu enchi algum balde hoje?
- Sim, enchi! E esta é a vida de um “enchedor de baldes”…
 … como você!                                                                                                          

FIM